Imagine a cena. 21h40, o WhatsApp da sua empresa toca. A cliente pergunta: “Oi, tô vendo essa peça aqui. Quanto é que fica?”
22h, ninguém viu. 23h, ninguém respondeu. De manhã, a loja responde, e ela diz: “obrigada, já comprei”. Os horários são um exemplo, mas a cena é comum.
Ela não achou caro
É comum a loja concluir que perdeu a venda pelo preço. Em geral, a cliente não deixou de comprar por causa do preço. Deixou de comprar pela espera, ou pela falta de informação.
Ela não achou caro. Ela achou outra loja que respondeu primeiro.
Quem pergunta o preço já quer comprar
Pergunta de preço é um dos sinais mais fortes de intenção. Quem pergunta está com o produto na tela. É a conversa mais importante do dia.
Ela deve passar à frente de qualquer outra tarefa, inclusive trocas, devoluções e pedidos de suporte.
Como fazer isso na prática
No Aurex, as conversas de toda a equipe ficam na mesma caixa. O que espera resposta aparece separado do resto, com aviso no computador e no celular, e quem pegar primeiro responde com a ficha da cliente ao lado. Nos comentários do Instagram, o Memo IA separa os comentários por prioridade, para você ver primeiro os de interesse, e deixa um rascunho de resposta para a equipe ler e publicar.
Fora do horário, a regra precisa ser combinada com antecedência: quem vê, responde. Se a loja quiser, dá para ligar uma resposta automática que avisa a hora em que a equipe volta.
Quantas perguntas de preço estão esperando resposta agora?
Abra o WhatsApp da loja e conte. Cada uma é uma venda que está esfriando enquanto você lê este texto.








